Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa

Área de identificação

Identificador

BR RS MCOM

Forma autorizada do nome

Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa

Forma(s) paralela(s) de nome

Outra(s) forma(s) de nome

  • MuseCom

Tipo

  • Estadual

Área de contato

Tipo

Endereço

Endereço

Rua dos Andradas, 959

Localidade

Porto Alegre

Região

Rio Grande do Sul

Nome do país

Brasil

CEP

90020-005

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(55) (51) 3224 42 52

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Histórico

As origens do Museu de Comunicação Social estão relatadas na moção de apoio à criação da instituição redigida em outubro de 1973 pelo jornalista Alberto André, presidente da Associação Rio-grandense de Imprensa. Aprovada pelos conselheiros da agremiação e encaminhada ao Governo do Estado, transformou-se em importante instrumento para a fundação do Museu.

Alguns meses depois, no dia 10 de setembro de 1974, foi publicada no Diário Oficial do Estado a Portaria nº 018044 da Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul que criou o Museu de Comunicação Social. Nela foram registrados os motivos do ato como “a relevância cultural e histórica para os profissionais ligados à comunicação, estudiosos e interessados em geral” e a finalidade de ser guardião do “rico e abundante material produzido pela imprensa escrita, falada e televisionada do Estado do Rio Grande do Sul”.

Em 1975, o Governo do Estado referendou a criação do Museu e editou o Decreto nº 24.366, de 30 de dezembro, que foi publicado no DOE de 5 de janeiro do ano seguinte, no qual foi expressa a criação do Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa, em homenagem ao fundador do Correio Braziliense e patrono da imprensa no Brasil. O decreto de 1975 não fez menção à Portaria do ano anterior e estabeleceu uma nova redação para as finalidades da instituição, consolidadas em quatro pontos: (a) recolher e selecionar material referente à comunicação social no Rio Grande do Sul; (b) realizar, em todo o estado, pesquisa referente à comunicação social; (c) propiciar aos interessados, consultas ao acervo do Museu e informações na área de sua especialidade; e (d) promover atividades variadas que auxiliem no conhecimento da História da Comunicação Social do Rio Grande do Sul e seu processo dinâmico.

Após a criação, o Museu começou a ser instalado imediatamente e ocupou, desde o início de sua trajetória, a antiga sede do jornal "A Federação", construída em 1922. Inicialmente, o acervo foi constituído de coleções e exemplares variados de jornais e outras publicações procedentes do Arquivo Histórico, da Biblioteca Pública e do Museu Júlio de Castilhos. O acervo foi enriquecido com doações de entidades e de particulares, incluindo doações de periódicos por empresas jornalísticas. Outras doações foram as responsáveis pela constituição do acervo tridimensional composto de objetos variados relativos à comunicação. Além disso, o Museu salvaguarda acervos da extinta TV Piratini, Companhia Rio-grandense de telecomunicações (CRT) e Companhia Rio-grandenses de Artes Gráficas (CORAG), além de acervos oriundos de outros órgãos do Estado, armazenados em diferentes suportes, no cumprimento da função de preservar e difundir a memória da Comunicação Social no Rio Grande do Sul.

Contexto cultural e geográfico

O museu ocupa a edificação que abrigou um dos jornais mais importantes do estado, o jornal A Federação, que circulou entre os anos de 1884 e 1937 e foi o órgão oficial do Partido Republicano Rio-grandense (PRR). Foi em 1922, durante os festejos do Centenário da Independência, no governo Borges de Medeiros, que ocorreu a inauguração do prédio na esquina da Rua das Andradas com a Travessa Paysandu (Rua Caldas Júnior), como nova instalação do jornal que expressava os valores da filosofia positivista presentes nas administrações das últimas décadas do século XIX e das primeiras do século XX. Pela localização central, próximo às sedes dos três poderes, a edificação foi designada ao órgão responsável pela comunicação do governo, o que evidencia a importância destinada aos registros feitos pela imprensa dos atos da administração e do ideário político do governo.

Responsável pela preservação da história e da memória da comunicação, incluindo a salvaguarda de exemplares do jornal A Federação, o Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa passou a ocupar o local desde 1974, ano de sua criação. Ainda hoje, o ponto é conhecido como “esquina da comunicação” da cidade de Porto Alegre, pois no prédio em frente operou também a Companhia Jornalística Caldas Júnior e, atualmente, é sede do jornal Correio do Povo e dos estúdios da Rádio Guaíba. Por meio da instalação do MuseCom neste local histórico, a Administração Pública do estado, em especial a Secretaria de Educação e Cultura, órgão responsável pela criação do museu, afirmou a importância do trabalho da imprensa e de outras áreas vinculadas à comunicação social no estado do Rio Grande do Sul.

Mandatos/Fontes de autoridade

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Educação e Cultura. Portaria 018044 de 5 de setembro de 1974. Cria o Museu de Comunicação Social subordinado ao Departamento de Assuntos Culturais da Secretaria da Educação e da Cultura. Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul: Porto Alegre, 10 set.1974.

__. Decreto Nº 24.366, de 30 de dezembro de 1975. Cria na Secretaria da Educação e da Cultura o Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul: Porto Alegre, 05 jan. 1976.

BRASIL. Ministério do Turismo. Secretaria Especial da Cultura. Instituto Brasileiro de Museus.Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa, 1° Região Museológica, código 6.53.68.6717 do Cadastro Nacional de Museus e ES-8133 do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais. Disponível em: http://museus.cultura.gov.br/espaco/8133/ . Acesso em: 23 ago. 2021.

Estrutura administrativa

Desde sua criação, a instituição esteve subordinada às secretarias responsáveis pela gestão das políticas culturais no estado do Rio Grande do Sul. Atualmente, o Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa é vinculado à administração direta do poder público do Estado do Rio Grande do Sul e encontra-se subordinado à Secretaria de Estado da Cultura como uma Divisão do Departamento de Memória e Patrimônio. Possui direção própria, designada sob o regime de cargo comissionado. O quadro funcional é composto de servidores públicos, agentes e prestadores de serviços e estagiários. Os servidores, com formações diversas em nível superior, são responsáveis por assuntos técnicos, administrativos e culturais especializados - com a contribuição de estagiários das áreas de arquivologia, história e museologia - , enquanto os demais funcionários são responsáveis por demandas de cunho administrativo, operacional e de serviços gerais.

Políticas de gestão e entrada de documentos

A incorporação de novos acervos ocorreu por transferência de órgãos estaduais, recebimento de doação, aquisição ou comodato. Habitualmente, no entanto, elas acontecem por meio de doação, aquisição ou comodato.

No momento, o museu passa por um processo de requalificação dos espaços e dos acervos e, para isso, encontra-se em processo de elaboração da Política de Acervos da instituição. A partir do trabalho desenvolvido pela Comissão de Acervos do Musecom, assim que finalizada a construção do documento com a definição da Política de Acervos, serão publicados os critérios gerais para incorporação de novos acervos e revisado este documento.

Enquanto isso, a proposição para o acolhimento de possíveis doações deve se dar da seguinte maneira: (1) preenchimento de Termo de Solicitação de Doação por parte do doador; (2) assinatura de laudo, pela direção e equipe do Museu, com recomendação positiva ou negativa à incorporação da doação, e encaminhamento do documento, em conjunto com o termo mencionado, para análise da Comissão de Acervos. Qualquer processo de incorporação, conforme estabelece o atual Plano Museológico da instituição, deve observar minimamente os seguintes critérios: (1) possível duplicidade de acervo no MuseCom em instituições geograficamente próximas e/ou congêneres em relação à finalidade; (b) estado físico de conservação dos objetos; (c) volume de acervos a serem recebidos em relação a capacidade técnica de processamento da equipe e da acomodação nos espaços físicos disponíveis nas reservas técnicas; (d) relevância dos acervos para a pesquisa, exposição, ação educativa e cultural.

Prédios

O imóvel é composto por duas edificações interligadas, formando um conjunto heterogêneo de 3.160m². Em decorrência da diferença de níveis, existem conexões internas por passagens e escadas. A primeira edificação se situa na Rua dos Andradas, esquina com Rua Caldas Júnior. É uma construção de linguagem neorrenascentista com quatro pavimentos que abrigam reservas técnicas e espaços de guarda de acervos divididos por temas, além de salas administrativas do Museu. A segunda edificação fica na Rua Caldas Júnior. Trata-se de um prédio modernista com quatro pavimentos compostos por reservas técnicas, espaços de guarda de acervos e espaços expositivos, incluindo a exposição de longa duração de acervos tridimensionais de imprensa.

A primeira edificação foi construída em 1922 para abrigar o jornal “A Federação”, órgão oficial do PRR – Partido Republicano Rio-grandense. O projeto do prédio foi executado pelo engenheiro da Secretaria de Obras Públicas Theóphilo Borges de Barros, responsável também pelas obras de ampliação da Biblioteca Pública do Estado e pelo projeto da Secretaria da Fazenda. No alto desse prédio, no frontão da fachada principal, destaca-se uma figura feminina empunhando archote na mão direita, alegoria que simboliza a imprensa, obra executada pelo escultor italiano italiano Luiz Sanguin. O prédio, destruído parcialmente por um incêndio em 1947, foi reconstruído e ampliado pelos fundos na Rua Caldas Júnior, dando origem à segunda edificação que abrigou por décadas a Companhia Rio-Grandense de Artes Gráficas (CORAG) e que foi posteriormente ocupado pelo museu.

A construção é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE-RS). Dados do registro: Portaria 06/82 de 23.07.82 - ratif. 17/86 de 26.11.86; Número do Processo 01.222-25.00-SCDT-82; Número de inscrição do Livro Tombo, 08; Data de inscrição no Livro Tombo 28/07/1982; e publicação no D.O.E em 12/02/1987.

Acervo

O Museu de Comunicação Hipólito José da Costa preserva importantes acervos de diferentes tipologias, em grande parte referentes aos séculos XIX e XX. Um deles é o Acervo Fotográfico e Audiovisual do Palácio Piratini (APP), produzido por órgãos responsáveis pela assessoria de imprensa e comunicação do Governo do Estado entre os anos de 1947 e 2006. Integram a coleção fotografias e vídeos que tiveram a finalidade de registrar visualmente as atividades desempenhadas pelos governadores do estado. O APP é formado por mais de 450 mil itens iconográficos, 250 mil itens eletrônicos e mais de mil itens filmográficos.

Além do APP, no decorrer de sua trajetória, os acervos foram organizados em diferentes áreas temáticas, tais como:

  • Imprensa: o acervo de imprensa escrita reúne os principais jornais do Rio Grande do Sul desde 1827; são cerca de 700 títulos em aproximadamente 3.000 exemplares. Possui diversos títulos de relevância como O Noticiador, O Século, A Federação, A Reforma, Mercantil, Jornal do Comércio, Diário Oficial do Império, Diário de Notícias, entre outros. Também é formado por publicações contemporâneas regionais, nacionais e internacionais como, por exemplo, Zero Hora, Correio do Povo, A Razão, O Globo, Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo, Estadão, New York Times, El País, além de títulos da imprensa alternativa como o Pasquim Sul. Em revistas, conta com mais de mil títulos. Dentre eles, a Revista Máscara, a Revista do Globo e a Ilustração Pelotense .

  • Publicidade e Propaganda: o acervo de Publicidade e Propaganda é uma compilação única, não havendo, até onde consta ao museu, coleção similar no estado. Tem como pretensão a preservação da história da propaganda no Rio Grande do Sul. Tem cerca de 20.000 peças, incluindo cartazes, folhetos, catálogos, propaganda política, portfólios de agências, publicações da área e material promocional de produtos, sendo que algumas datam do final do século XIX, com concentração a partir da década de 1970. Possui cartazes de autoria de Nelson Boeira Faedrich e material premiado nos Salões da Propaganda, eventos promovidos pela Associação Rio-grandense de Propaganda.

  • Cinema: o acervo de cinema é composto basicamente por filmes de não-ficção, como documentários, cinejornais, curtas-metragens e telejornais. Datados de meados da década de 1940 até a década de 1980, são registros da vida cotidiana, de aspectos sociais, de eventos políticos, além de filmes experimentais e domésticos em película cinematográfica. Conta com aproximadamente oito mil filmes de 9,5mm, 8mm, super-8, 16mm e 35mm, em acetato de celulose. Dentre esses títulos, calcula-se que cerca de dois mil tenham temática ou produção regional. O principal objetivo do setor, desde sua criação, tem sido preservar a memória da produção cinematográfica de nosso Estado e os registros históricos e culturais nela presentes.

  • Rádio e Fonografia: o acervo de rádio e fonografia guarda bens relacionados à radiodifusão, à reprodução fonográfica de música e demais gravações sonoras ligadas à área da comunicação social. Conta com importantes registros orais de personalidades gaúchas como a Coleção Galeria de Vozes e registros sonoros do radioteatro no Estado. Destacam-se no acervo os discos da gravadora Casa Elétrica, que foi a primeira gravadora do Rio Grande do Sul e a segunda do Brasil e, também, a coleção de discos do músico Hardy Vedana.
    Fotografia: Formada por doações de particulares, o museu possui coleções de fotógrafos e repórteres fotográficos gaúchos tais como: Irmãos Ferrari, Virgílio Calegari, Luiz do Nascimento Ramos, Miguel Castro, Antonio Nunes, Salomão Scliar e Leonid Strealiev, entre outros.

  • Acervo Tridimensional: o acervo de objetos tridimensionais refere-se à história da comunicação em seus diversos estágios de desenvolvimento das tecnologias empregadas na fotografia, cinema, imprensa, rádio, televisão e vídeo, incluindo peças expostas permanentemente no parque gráfico do prédio, tais como linotipos e máquinas de impressão rotativas e planas oriundas da extinta Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas (CORAG).

Instrumentos de pesquisa, guias e publicações

HENRIQUES, Antônio Renato. Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa 15 anos: 1974-1989. Porto Alegre: CORAG, 1989.

__. Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa 30 anos. Porto Alegre: CORAG, 2005.

MIRANDA, Márcia Eckert; LEITE, Carlos Roberto Saraiva da Costa. Jornais raros do MUSECOM: 1808-1924. Comunicação Impressa. Porto Alegre: CORAG, 2008.

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Estado da Cultura. Acervos da Cultura do Rio Grande do Sul. Disponível em: https://acervos.cultura.rs.gov.br . Acesso em: agosto de 2021.

__. Secretaria de Estado da Cultura. Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Acervos Museológicos do Musecom. Disponível em: https://acervos.musecom.rs.gov.br . Acesso em: 23 ago. de 2021.

STUMVOLL, Denise; SILVA, Welington (Org.). Carte de visite e outros formatos: relatos no acervo do Museu da Comunicação Hipólito José da Costa (1880-1920). Porto Alegre: Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa, 2019.

STUMVOLL, Denise; MENEZES, Naida (Org.). Memória Visual de Porto Alegre 1880-1960: acesso às imagens do Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Porto Alegre: Pallotti. 2007.

Observação: o MuseCom dispõe também de instrumentos para controle interno.

Área de acesso

Horário de funcionamento

Atendimento ao público: de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h.

Eventuais alterações, em decorrência de atividades culturais ou exigências legais e institucionais, são divulgadas na agenda do Museu, disponível em: www.musecom.com.br .

Condição de acesso e uso

As exposições do MuseCom têm acesso gratuito, são abertas ao público e ocorrem no segundo andar do museu. Os acervos sob responsabilidade da instituição são de acesso público, disponibilizados para pesquisas mediante agendamento prévio. Podem existir restrições de acesso nos casos em que os itens se encontrem em tratamento técnico ou apresentem quaisquer fragilidades físicas que coloquem sua integridade em risco.

Acessibilidade

O museu está sediado em um prédio com condições de receber pessoas com mobilidade reduzida, pois tem rampas (acesso pela Rua Caldas Júnior), plataforma elevatória, elevador e banheiro adaptado. O mezanino e o 3° andar do museu podem ser acessados apenas por meio de escadas.

Localizado no Centro Histórico da cidade, para chegar ao Musecom, a maioria das linhas de ônibus municipais e muitas linhas intermunicipais podem ser utilizadas. Também há a possibilidade de utilização do trem na Estação Mercado.

Área de serviços

Serviços de pesquisa

As pesquisas presenciais ocorrem mediante agendamento pelo e-mail institucional musecom@sedac.rs.gov.br. São realizadas nas segundas, quartas e sextas-feiras. Além disso, existem algumas coleções disponíveis para consulta na web nos sistemas de acesso a acervos utilizados pelo museu. Parte delas está disponível com versões digitalizadas dos documentos.

Serviços de reprodução

Por questões de conservação, os pesquisadores do acervo fotográfico tem acesso às imagens já digitalizadas, podendo obter até oito arquivos.

Áreas públicas

O público acessa os espaços e recebe orientações iniciais sobre a visitação na central de informações culturais do museu, localizado no hall de entrada do prédio. No primeiro andar, se encontram abertos ao público o salão de exposições (mostras de média e longa duração), o parque gráfico, o salão da rotativa e o mezanino (exposições de curta duração). No segundo andar se localiza a sala de pesquisas, onde os interessados podem consultar os acervos do museu.

Área de controle

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 2ª ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos. NOBRADE: Norma Brasileira de Descrição Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006.

INTERNATIONAL COUNCIL ON ARCHIVES. ISDIAH: International Standard for Describing Institutions with Archival Holdings. Paris: International Council on Archives, 2008.

Status

Final

Nível de detalhamento

Completo

Datas de criação, revisão e eliminação

Agosto de 2021 (Criação)

Idioma(s)

  • português do Brasil

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

BRASIL. Ministério do Turismo. Secretaria Especial da Cultura. IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus. Disponível em: https://www.museus.gov.br . Acesso em 23 ago. 2021.

HENRIQUES, Antônio Renato. Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa 15 anos: 1974-1989. Porto Alegre: CORAG, 1989.

HENRIQUES, Antônio Renato. Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa 30 anos. Porto Alegre: CORAG, 2005.

MIRANDA, Márcia Eckert; LEITE, Carlos Roberto Saraiva da Costa. Jornais raros do MUSECOM: 1808-1924. Comunicação Impressa. Porto Alegre: CORAG, 2008.

POTOSI, Rodrigo; ROMAN, Vlademir. Guia de arquitetura de Porto Alegre. Porto Alegre: Escritos, 2016.

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Estado da Cultura. Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Plano Museológico do Musecom. Elaborado por Welington Silva. Porto Alegre, 2019. Disponível em: https://www.musecom.com.br/uploads/Plano_MuseCom_2019-2022.pdf . Acesso em agosto/2021.

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Estado da Cultura. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado. IPHAE. Disponível em: http://www.iphae.rs.gov.br . Acesso em 23 ago. 2021.

STUMVOLL, Denise; SILVA, Welington (Org.). Carte de visite e outros formatos: relatos no acervo do Museu da Comunicação Hipólito José da Costa (1880-1920). Porto Alegre: Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa, 2019.

STUMVOLL, Denise; MENEZES, Naida (Org.). Memória Visual de Porto Alegre 1880-1960: acesso às imagens do Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Porto Alegre: Pallotti, 2007.

Notas de manutenção

Descrição elaborada por Nôva Brando, historiadora, e Vivian Eiko Fujisawa, arquivista.

Revisada por Cássio Pires e Nôva Brando, historiadores, e Welington Silva, museólogo.

Pontos de acesso

Pontos de acesso

  • Artes e Cultura (Thematic area)
  • Comunicação (Thematic area)
  • Área de Transferência

Contato principal

Rua dos Andradas, 959
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
BR 90020-005